EDITAL PARA A SELEÇÃO DE MONITORES - PROEMI/PJF
Download do edital: https://www.dropbox.com/s/m7uwwuaw8ox9y0g/EDITAL%20PARA%20A%20SELE%C3%87%C3%83O%20DE%20MONITORES%20eemcvt.pdf
A Escola de Ensino Médio Coronel Virgílio Távora, torna pública a
seleção de Monitores para atuar na escola, em conformidade com a
Portaria Nº 0721 de 27 de agosto de 2012 - Gabinete da Secretaria de
Educação do Ceará, que RESOLVE autorizar às unidades escolares da rede
estadual de ensino integrantes do Programa Ensino Médio Inovador -
PROEMI /Jovem de Futuro - JF a conceder bolsas de monitoria e tutoria,
em cumprimento ao que estabelece o §1o do artigo 3o, da Lei 15.190 de 19
de julho de 2012, que criou o Programa de Bolsas de Monitoria e Tutoria
da rede estadual de ensino e deu outras providências.
REDES SOCIAIS E A LÍNGUA PORTUGUESA
Temos
de repetir a mesma informação milhares de vezes para ver se as pessoas entendem!
Mais
uma vez (só para os que estão dispostos a ler e querem sair de seu estado de
ignorância - os que não estão dispostos, podem continuar curtindo as postagens
amenas e engraçadas!), venho a rebater as críticas políticas (nada
linguísticas) sobre o termo "presidenta", feito por pessoas que de
língua portuguesa, de língua em geral, nada entendem!
Como
mestre em Linguística (diferentemente do Jô e da pessoa que enviou o texto
imbecil para ele ler no programa - bem como das pessoas ignorantes que
aplaudiram), posso fazer considerações bem mais seguras. A começar pela falsa
informação de que o termo "presidenta" foi cunhado por Dilma. Ele já
existe desde o século XIX, tendo registros em romances do Realismo e sendo
frequente em Portugal. Bastou uma mulher assumir a Presidência da República,
pela 1a. vez na história deste país, para todo o mundo opinar sobre a língua
portuguesa - uns com certa autoridade para isso, outros nem tanta e outros
nenhuma!
Quem
votou em Dilma não vê problema em "presidenta"; quem não votou acha a
palavra absurda.
Os
defensores alegam que, se quem está exercendo o cargo é agora uma mulher, nada
mais justo do que adaptar a designação para o gênero feminino (como se a
palavra, do jeito que é, não pudesse ser usada no feminino), enfatizando,
através da anexação da DG "a" esta conquista histórica das mulheres
brasileiras.
Os
opositores alegam que palavras terminadas em -NTE (como "estudante",
"cliente", "ouvinte" etc.) são invariáveis quanto ao gênero
(o que chamamos de "comuns-de-dois"), mas ignoram que:
1o)
a palavra já é registrada em dicionários do século XIX;
2o)
muitas palavras subvertem as regras de flexão e "presidenta" não
seria a primeira a fazer isso. Existe "superiora" em "madre
superiora", quando se sabe que adjetivos comparativos terminados em
"or" são uniformes (ex.: "cargo superior", "função
superior"); existem também "marechala" e "oficiala"
para designar mulheres que desempenham tais funções (enquanto as demais
palavras term. em "al" são invariáveis: "policial",
"fiscal", "serviçal"...);
3o)
as gramáticas, muito antes de Dilma, já davam como correta a forma "a
presidenta" ao lado de "a presidente";
4o)
já existem palavras terminadas em -NTE que recebem o "a" e ninguém se
incomoda ("a parenta", "a governanta", "a
giganta" – inclusive é o nome da arqui-inimiga da Mulher Maravilha –
Qualquer criança que tenha visto a Legião do Mal duelando com os Super-Amigos
lembra!).
Enfim,
a polêmica é uma mera questão política, não linguística. Diferentemente da
política, a língua serve AO POVO e se adapta às necessidades deste!
Quanto a mim, se eu pudesse decidir algo em se tratando da língua portuguesa, a minha língua, eu diria para não usar palavras diferentes para se referir a ambos os sexos! Se queremos equidade (que saudade do trema aqui!) de gêneros na língua, como conseguiremos isso fazendo a distinção entre feminino e masculino? Dizer "todos e todas" é o fim da picada! Em vez de expressar equidade de gêneros, traduz exatamente o contrário, a distinção entre eles!
Quanto a mim, se eu pudesse decidir algo em se tratando da língua portuguesa, a minha língua, eu diria para não usar palavras diferentes para se referir a ambos os sexos! Se queremos equidade (que saudade do trema aqui!) de gêneros na língua, como conseguiremos isso fazendo a distinção entre feminino e masculino? Dizer "todos e todas" é o fim da picada! Em vez de expressar equidade de gêneros, traduz exatamente o contrário, a distinção entre eles!
Designar
homens e mulheres com as mesmas palavras é a maneira linguisticamente ideal de
mostrar que homens e mulheres têm o mesmo valor! Dizer "presidente"
tanto para homens quanto para mulheres equipararia ambos os sexos!
Ninguém se importa de se referir a um menino ou a um homem agredido através de uma palavra feminina ("a criança" e "a vítima", respectivamente)!
Ninguém se importa de se referir a um menino ou a um homem agredido através de uma palavra feminina ("a criança" e "a vítima", respectivamente)!
Como
não posso decidir os rumos que o português seguirá, como sou apenas um usuário
do idioma, limito-me a escolher qual das opções a língua me oferece para dizer
algo. Porém, como professor de Português, tenho a OBRIGAÇÃO de saber que "presidenta"
não é erro nenhum!
Colegas
professores de Português e estudantes de Letras que pretendem sê-lo: vão
estudar o idioma materno além das páginas das gramáticas normativas antes de
sair por aí pregando ideologias próprias e querendo justificá-las usando nosso
português para isso. A língua não está a serviço de determinados grupos! A
língua é do povo e é moldada por ele!
SUPERAÇÃO 2014
Ao
apoiar a autonomia da escola pública, que é estimulada a buscar
soluções para entraves que afetam a qualidade do ensino ou mantêm
relação com a evasão e o abandono, o ProEMI/JF* dá atenção especial a
iniciativas promovidas no âmbito da própria comunidade escolar.
A
ideia é que alunos, pais, professores, gestores e colaboradores
intervenham na realidade de sua instituição, assumindo a
responsabilidade por melhorias consideradas necessárias e pelo bom clima
coletivo.
A
metodologia SuperAção na Escola está inserida nesse contexto e funciona
como uma competição solidária, que mobiliza a escola e pessoas da
comunidade para a realização de melhorias na infraestrutura, além de
sensibilizar e conscientizar os principais envolvidos do projeto para
temas de interesse coletivo. O instrumento também estimula o
protagonismo juvenil, na medida em que conta com a iniciativa dos
estudantes, que são diretamente envolvidos no movimento de transformação
de sua instituição de ensino.
A
SuperAção é promovida em edições anuais, durante o triênio de
atividades do ProEMI/PJF. Os temas são alternados a cada período e
obedecem à seguinte sequência: Melhoramento, Meio Ambiente e, no último
ano do ciclo, Esportes e Cultura.
Nessas
oportunidades, são realizadas ações como a organização de mutirões para
arrecadação de doações, limpeza das salas de aula, reparos em
equipamentos e mobiliário, pintura de instalações, plantio de árvores e
coleta de lixo. As ações podem ser pontuadas e proporcionar uma
competição solidária com prêmios simbólicos, conforme o ranking,
aumentando o estímulo pelas tarefas bem-sucedidas.
A
soma dessas iniciativas contribui para proporcionar um ambiente mais
propício ao desenvolvimento dos estudos e atraente para o jovem,
aumentando seu interesse em permanecer na instituição, habilitando-se a
concluir o ciclo médio, e participar da vida escolar, como propõe o
ProEMI/PJF. O impacto positivo da ação se estende para professores e
funcionários, melhorando o clima escolar.
O
Programa Ensino Médio Inovador/Jovem de Futuro (ProEMI/JF) reflete uma
parceria público privada entre o Ministério da Educação (MEC), cinco
Secretarias Estaduais de Educação e o Instituto Unibanco, que permitirá,
até 2016, universalizar o programa nas escolas públicas de Ensino Médio
do Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará e Piauí, atendendo cerca de
2.500 unidades de ensino e mais de 2 milhões de alunos.
Fonte:
Caderno de Implantação da Metodologia Superação na Escola – Instituto Unibanco.
2º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT
2º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT
DIA 31 DE MAIO DE 2014 – Quadra
Esportiva da ESCOLA ENSINO MÉDIO CORONEL VIRGÍLIO TÁVORA, RUA EPITÁCIO
PESSOA,1498, QUIXADÁ – CE, ÁS 19:00h.
REGULAMENTO GERAL
1. Da Apresentação
1.1-2º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT,
promovido pela Escola de Ensino Médio Coronel Virgílio Távora de Quixadá-CE,
consiste num evento cultural com a formatação de concurso musical, cuja
temática é livre.
1.2-Os objetivos do 2º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL
EEMCT: despertar o interesse pela música, formação de grupos, bandas, solos
Estudantis e desenvolver o potencial de compositores e intérpretes entre os
alunos de ensino fundamental e médio do Sertão Central.
2. Do Local do Evento e Data de Realização
2.1-O evento será realizado em Quixadá, Ceará, na
Quadra Esportiva da ESCOLA ENSINO MÉDIO CORONEL VIRGÍLIO TÁVORA, no dia 31 de MAIO de 2014, ás 19 horas.
3. Das Inscrições
3.1-As inscrições poderão ser efetuadas de
28/04/2014 a 23/05/2014 das 07h30min às 11h00min e das 13h00min ás 17h00min, na
Escola de Ensino Médio Coronel Virgílio Távora, na rua Epitácio Pessoa, 1498,
Quixadá-Ce.
3.2-Qualquer escola de ensino fundamental e/ou médio
poderá se inscrever, não importando região nem tampouco se pública ou
particular.
3.3-Poderão participar, com músicas relativas a
qualquer estilo musical, grupos, bandas, solos com uma única composição,
inédita e original, exclusiva ou em parceria. Todos os compositores e músicos
devem ser da própria escola.
3.4-Será indispensável para a inscrição:
a) Seis cópias, em papel oficio, da composição,
digitadas, contendo o título, letra da música, em um envelope lacrado, contendo
a identificação da escola no lado de fora, bem como nas cópias.
b) A ficha de inscrição com todos os campos
preenchidos de forma legível.
c) Cópia da identidade, ou outro documento com foto,
de todos os integrantes das bandas ou grupos inscritos.
d) Comprovante de vínculo escolar de compositores e
músicos.
e) Autorização da escola representada pelos grupos,
bandas, solos inscritos.
f) Sendo Menor de idade, solicitamos uma autorização
dos pais.
3.5-Cada Escola deverá fazer sua seleção interna,
pois será aceita apenas a inscrição de até duas músicas por cada instituição.
Caso haja mais de 20 (vinte) músicas inscritas, a Comissão Organizadora
selecionará as composições que participarão do evento. O mesmo não pode exceder
o número de 20 (vinte) concorrentes.
3.6-Entende-se como original a música que não foi
plagiada nem parodiada em nenhum dos seus elementos constitutivos (letra,
melodia, harmonia etc.).
3.7-Entende-se como inédita a música que não foi
gravada ou divulgada no rádio, televisão ou espetáculos públicos.
3.8-Maiores esclarecimentos serão fornecidos
diariamente das 07h30min às 11h00min na Coordenadoria
do 2º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT, telefone – (88) 3445 1040 ou 88
99560240 (professor Roberto Bezerra).
4. Do Julgamento e Classificação Das Canções
Selecionadas
4.1-As canções selecionadas serão apresentadas no
dia do festival, seguindo uma ordem definida previamente em sorteio a ser
realizado em 26/05/2014 ás 15h00min.
4.2-A ordem de apresentação das músicas será
colocada junto ao MURAL de aviso da Escola de Ensino Médio Coronel Virgílio
Távora, bem como no blog da escola http://cecvtcolegioestadual.blogspot.com.br/. A ordem poderá ser informada
também pelos telefones divulgados no item 3.8.
4.3-O júri que avaliará as composições será composto
por 05 (cinco) membros designados pela Comissão Organizadora do 2º FESTIVAL DE
MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT.
4.4-As avaliações do júri serão informadas à
coordenação do 2º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT, que procederá à
classificação e divulgação dos resultados. Das referidas avaliações não haverá
recurso.
4.5-A divulgação dos resultados e premiação será
realizada pela Comissão Organizadora do 2º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT
no término do festival.
4.6-Serão avaliados os seguintes critérios, todos
com atribuição de 0 a 10 pontos por cada um dos jurados:
a) Música;
b) Letra;
c) Interpretação;
d) Presença de palco (melhor destaque).
4.7-A nota final de cada apresentação será a média
aritmética de todas as notas recebidas; a classificação será realizada na ordem
decrescente das notas finais.
4.8-No dia seguinte à divulgação dos resultados será
apresentado, aos que requererem as notas atribuídas por cada jurado em cada
item.
4.9-Será descontado de 0,5 a 1 ponto da média final,
de acordo com a avaliação de cada jurado, dos participantes que, durante a
apresentação:
a) Proferirem palavras injuriosas ou de baixo valor
moral;
b) Realizarem gestos ou atos obscenos;
c) Por qualquer forma, incitarem ou apoiarem
práticas violentas, ilícitas ou amorais entre os presentes.
d) Suas torcidas tenham vaiado ou proferido ofensas
a qualquer adversário.
5. Da Premiação
5.1-As 03 (três) músicas melhores classificadas
receberão os seguintes prêmios:
1º colocado – Troféu e medalhas.
2º colocado – Troféu e medalhas.
3º colocado – Troféu e medalhas.
Melhor intérprete – Troféu.
6. Das Disposições Finais
6.1-A Comissão Organizadora e a Comissão Julgadora
terão autonomia e direitos para desclassificar os participantes que não
cumprirem as orientações contidas neste regulamento.
6.2-A Comissão Organizadora é composta pelo Núcleo
Gestor da EEMCVT e os professores Kamila Brito e Jonatanh James e presidida
pelo professor Roberto Bezerra.
6.3-Cada escola será responsável pelos instrumentos
que utilizará durante sua apresentação.
6.4-A Comissão Organizadora será responsável pelo
equipamento de som utilizado na noite do evento.
6.5-2 (dois) microfones serão disponilizados. Caso a
escola exceda este número em sua apresentação, deverá providenciar o(s) outro(s) a ser(em) utilizados.
6.6-Os casos omissos serão julgados pela Comissão
Organizadora do 2º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUNDANTIL EEMCVT.
Quixadá,
24 de abril de 2014
Prof. Ed Naldo Santana - Diretor
da EEMCVT
TRABALHANDO O PROBLEMA DAS DROGAS
ESTUDANTES DO CURSO DE DIREITO DA
FACULDADE CATÓLICA TRABALHANDO O PROBLEMA DAS DROGAS ENTRE OS JOVENS -
PROBLEMAS LEGAIS, SOCIAIS E CULTURAIS
CAMPANHA DO CPF
Você é aluno de escola estadual e vai participar do
Enem 2014? Já possui seu CPF? Caso ainda não tenha, lembre-se que, para a
inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio, é necessário ter CPF e e-mail.
É valorizando essa mobilização que a Secretaria da Educação (Seduc), em
parceria com a Secretaria da Justiça (Sejus), faz campanha em cidades
do interior para a emissão do CPF dos estudantes do ensino médio que
devem participar do Enem 2014.
INÍCIO DO PROJETO CULTURA E IDENTIDADE AFRO-BRASILEIRA
Professores da área das Ciências
Humanas discutindo os problemas de Identidade, Etnia e Valores humanos
em busca da cidadania e direitos iguais para todos.
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Núcleo Gestor
Ed Naldo Fernandes (Diretor)

Claudênia Moura (Superintendente Escolar)

Talvânio Vieira (Coordenador Pedagógico)

Carlos Raulino (Coordenador Pedagógico)

Roberto Bezerra (Coordenador Pedagógico)

Andreia Lima (Assessora financeira)

Débora Cristina (Secretária)
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