1º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT



1º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT
DIA 18 DE MAIO DE 2013 – Quadra Esportiva da ESCOLA ENSINO MÉDIO CORONEL VIRGÍLIO TÁVORA, RUA EPITÁCIO PESSOA,1498, QUIXADÁ – CE, ÁS 19:00h.

REGULAMENTO GERAL
1. Da Apresentação
1.1-1º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT, promovido pela Escola de Ensino Médio Coronel Virgílio Távora de Quixadá-CE, consiste num evento cultural com a formatação de concurso musical, cuja temática é livre.
1.2-Os objetivos do 1º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCT: despertar o interesse pela música, formação de grupos, bandas, solos Estudantis e desenvolver o potencial de compositores e intérpretes entre os alunos de ensino fundamental e médio do Sertão Central.

2. Do Local do Evento e Data de Realização
2.1-O evento será realizado em Quixadá, Ceará, na Quadra Esportiva da ESCOLA ENSINO MÉDIO CORONEL VIRGÍLIO TÁVORA,  no dia 18 de MAIO de 2013, ás 19 horas.
3. Das Inscrições
3.1-As inscrições poderão ser efetuadas de 08/04/2013 a 10/05/2013, das 07h30min às  11h00min e das 13h00min ás 17h00min, na Escola de Ensino Médio Coronel Virgílio Távora, na rua Epitácio Pessoa, 1498, Quixadá-Ce. 
3.2-Qualquer escola de ensino fundamental e/ou médio poderá se inscrever, não importando região nem tampouco se pública ou particular.
3.3-Poderão participar, com músicas relativas a qualquer estilo musical, grupos, bandas, solos com uma única composição, inédita e original, exclusiva ou em parceria. Todos os compositores e músicos devem ser da própria escola.
3.4-Será indispensável para a inscrição:
a) Sete cópias, em papel oficio, da composição, digitadas, contendo o título, letra da música, em um envelope lacrado, contendo a identificação da escola no lado de fora, bem como nas cópias.
b) A ficha de inscrição com todos os campos preenchidos de forma legível.
c) Cópia da identidade, ou outro documento com foto, de todos os integrantes das bandas ou grupos inscritos.
d) Comprovante de vínculo escolar de compositores e músicos.
e) Autorização da escola representada pelos grupos, bandas, solos inscritos.
f) Sendo Menor de idade, solicitamos uma autorização dos pais.
3.5-Cada Escola deverá fazer sua seleção interna, pois será aceita apenas a inscrição de uma música  por cada instituição. Caso haja mais de 20 (vinte) escolas inscritas, a Comissão Organizadora selecionará as composições que participarão do evento. O mesmo não pode exceder o número de 20 (vinte) concorrentes.
3.6-Entende-se como original a música que não foi plagiada nem parodiada em nenhum dos seus elementos constitutivos (letra, melodia, harmonia etc).
3.7-Entende-se como inédita a música que não foi gravada ou divulgada no rádio, televisão ou espetáculos públicos.
3.8-Maiores esclarecimentos serão fornecidos diariamente das 07h30min às 11h00min  na Coordenadoria do 1º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT, telefone – (88) 3445 1040 ou 88 99560240 (professor Roberto Bezerra).

4. Do Julgamento e Classificação Das Canções Selecionadas
4.1-As canções selecionadas serão apresentadas no dia do festival, seguindo uma ordem definida previamente em sorteio a ser realizado em 15/05/2013 ás 15h00min.
4.2-A ordem de apresentação das músicas será colocada junto ao MURAL de aviso da Escola de Ensino Médio Coronel Virgílio Távora, bem como no blog da escola http://cecvtcolegioestadual.blogspot.com.br/. A ordem poderá ser informada também pelos telefones divulgados no item 3.8.
4.3-O júri que avaliará as composições será composto por 05 (cinco) membros designados pela Comissão Organizadora do 1º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT.
4.4-As avaliações do júri serão informadas à coordenação do 1º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUNDATIL EEMCVT, que procederá à classificação e divulgação dos resultados. Das referidas avaliações não haverá recurso.
4.5-A divulgação dos resultados e premiação será realizada pela Comissão Organizadora do 1º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT no término do festival.
4.6-Serão avaliados os seguintes critérios, todos com atribuição de 0 a 10 pontos por cada um dos jurados:
a) Música;
b) Letra;
c) Interpretação;
d) Presença de palco (melhor destaque).
4.7-A nota final de cada apresentação será a média aritmética de todas as notas recebidas; a classificação será realizada na ordem decrescente das notas finais.
4.8-No dia seguinte à divulgação dos resultados será apresentado, aos que requererem as notas atribuídas por cada jurado em cada item.
4.9-Será descontado de 0,5 a 1 ponto da média final, de acordo com a avaliação de cada jurado, dos participantes que, durante a apresentação:
a) Proferirem palavras injuriosas ou de baixo valor moral;
b) Realizarem gestos ou atos obscenos;
c) Por qualquer forma, incitarem ou apoiarem práticas violentas, ilícitas ou amorais entre os presentes.
d) Suas torcidas tenham vaiado ou proferido ofensas a qualquer adversário.

5. Da Premiação
5.1-As 03 (três) músicas melhores classificadas receberão os seguintes prêmios:
1º colocado – Troféu e medalhas.
2º colocado – Troféu e medalhas.
3º colocado – Troféu e  medalhas.
Melhor intérprete – Troféu.

6. Das Disposições Finais
6.1-A Comissão Organizadora e a Comissão Julgadora terão autonomia e direitos para desclassificar os participantes que não cumprirem as orientações contidas neste regulamento.
6.2-A Comissão Organizadora é composta pelo Núcleo Gestor da EEMCVT e os professores Kamila Brito e Jonatanh James e presidida pelo professor Roberto Bezerra.
6.3-Cada escola será responsável pelos instrumentos que utilizará durante sua apresentação.
6.4-A Comissão Organizadora será responsável pelo equipamento de som utilizado na noite do evento.
6.5-2 (dois) microfones serão disponilizados. Caso a escola exceda este número em sua apresentação, deverá providenciar  o(s) outro(s) a ser(em) utilizados.
6.6-Os casos omissos serão julgados pela Comissão Organizadora do 1º FESTIVAL DE MÚSICA ESTUDANTIL EEMCVT.


Quixadá, 4 de abril de 2013

Prof. Ed Naldo Santana - Diretor da EEMCVT

O Sentido da Páscoa



A celebração da primeira Páscoa do povo Hebreu aconteceu de forma cruenta. Convocado por Deus, Moisés torna-se chefe de um povo que vivia escravizado, oprimido no Egito. As ordens divinas são práticas: imolar um cordeiro de um ano, sem defeito, assá-lo inteiro, comê-lo apressadamente com ervas amargas e partir na manhã seguinte, com toda a família, bens, animais e escravos. Porque na noite da primeira páscoa, “(...) passarei através do Egito, e ferirei os primogênitos no Egito, tanto os dos homens como os dos animais, e exercerei minha justiça contra todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor.” (Êxodo 12,12).
Aquela primeira páscoa, celebrada às pressas foi uma figuração da Solene Páscoa em que Cristo, “o Cordeiro de Deus”, seria imolado, para a libertação espiritual de toda a humanidade.
“No Concílio de Nicéia (em 325), todas as Igrejas chegaram a um acordo que a páscoa cristã fosse celebrada no domingo que segue a lua-cheia (14 Nisan,) depois do equinócio de primavera. A reforma no calendário do Ocidente (chamada “Gregoriana”, do nome do Papa Gregório XIII, em 1582), introduziu uma defasagem de vários dias em relação ao calendário oriental”. (C.I.C., 1170).
Os sinais e símbolos litúrgicos que estão contidos na festa da Páscoa, são expressões referentes à criação (como a luz, a água e o fogo), a vida humana (lavar, ungir, partir o pão), ou celebram ainda a história da salvação (os ritos da Páscoa).
A Quaresma (que tem início na quarta-feira de Cinzas), é o tempo de preparação, recolhimento, penitências e abstinências, tendo como culminância o Domingo de Páscoa. Festa maior da cristandade é hoje, transformada em “feriadão”, tempo de consumo, dia de festa profana.
A tradição religiosa reserva uma semana de preparação maior à celebração da Páscoa. A Semana Santa, ou Semana Maior, tem início no Domingo de Ramos, onde se celebra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Seguem-se os dias mais fortes, como a quarta-feira de Trevas, onde muitos penitentes, ainda hoje, seguem ritual de autoflagelo. No Ceará, a região do Cariri é rica nestas tradições.
Na Quinta-Feira Santa, é relembrada a Última Ceia de Cristo, e a instituição da Eucaristia. Na Sexta-Feira Santa, ou Sexta-Feira da Paixão, nas igrejas cristãs celebra-se a “paixão” e morte de Jesus Cristo. Dia de oração, jejum e abstinência.
Diferentemente do que se pode imaginar, esse “Dia Santo” em algumas cidades, vê-se não um grande número de penitentes ou peregrinos, mais de pessoas que sem o menor respeito pela opção religiosa da maioria, desfila nas ruas com carros em alta velocidade e caixas de som possante tocando músicas “profanas”. As festas dançantes e bebedeiras, mais comuns nos pré-carnavais também se fazem presente nestes dias santos. Esses fatos não são repudiados pelas autoridades locais, mas muitas pessoas religiosas ficam indignadas, e até as que não são religiosas, mas que guardam respeito pelos outros.
As paróquias de uma forma geral realizam procissão do Senhor Morto, com a participação de centenas de fiéis.
Segue-se a programação religiosa com o Sábado de Aleluia; dia de vigília, de espera da manifestação do poder de Deus na obediência de seu Filho ao plano de salvação. Também, e principalmente, no Sábado de Aleluia, o profano confunde com o sagrado, e são muitas as festas de “aleluia” e os “carnalelúias” em todo o Estado do Ceará.
Aproveitando ainda o “grande feriadão”, muitas pessoas viajam em busca de um lugar tranqüilo, um retiro espiritual, ou ainda os chamativos cenários vivos, onde são relembradas as principais cenas e ensinamentos de Jesus Cristo. Nova Jerusalém em Pernambuco atrai milhares de pessoas para relembrar a paixão de Cristo, é o chamado “turismo religioso”. Muitas outras cidades investem neste tipo de turismo que cresce a cada ano.
Todas essas práticas e características próprias de um determinado período do ano, vem reforçar a necessidade de preservação da memória histórica, seja ela individual ou coletiva. É portanto, uma forma de expressar a cidadania, em outra palavras dizer: “eu também sou gente... Faço parte da história da minha região, sou ser consciente e ativo”.
Citando Oría, acrescentamos:
“A identidade cultural de um país, estado, cidade ou comunidade se faz com memória individual e coletiva. Somente a partir do momento em que a sociedade resolve preservar e divulgar os bens culturais é que se inicia o processo de construção do seu ethos cultural e de sua cidadania”. (Memória e Ensino de História, p.138).
Sendo portanto, imprescindível a preservação da memória na construção da identidade e da cidadania, ressaltamos que o perceber-se como elo de integração dessa memória faz-se na medida que cada um identifica-se com a história de vida, experiências e lutas vivenciadas pela comunidade a que pertence. Do contrário, a memória que ficará, será a que os setores dominantes assim desejarem, ou seja, a memória oficial. Ainda citando Oría, ressaltamos:
“Destruídos os lugares da memória da cidade, resta apenas o poder econômico dos setores dominantes constuiu e resolveu manter como símbolo de uma memória elitista e excludente – a memória do poder, a memória oficial, contrapondo-se a idéia de uma memória cidadã, plural e possibilitadora da construção de uma identidade cultural para todos”. (Memória e Ensino de História, p.140).
Interpretamos essas práticas ditas “religiosas”, como forma de resistência, de luta por um espaço na sociedade, em busca da superação de conceitos sociais firmados basicamente naqueles que dominam.
Outras características observadas nos dias da “Semana Santa”, referem-se as práticas populares como os “CARETAS” e a “MALHAÇÃO DO JUDAS”, ou seja, a queima do Judas. Na cidade de Iguatu (região Sul do estado), já é tradicional a presença de grupos de “caretas” nas ruas da cidade, pedindo esmolas, amedrontando as crianças e chamando a atenção por onde passam. Eles andam em grupo, saem na Semana Santa para cumprir uma tradição centenária que mantém o folclore popular. A vestimenta básica é composta de uma máscara, daí a denominação de “caretas”, e roupas rasgadas, em farrapos, além do uso de chocalhos e tambores, pra chamar a atenção dos populares. Saem de casa em casa pedindo esmolas, que posteriormente são repartidas entre si ou pessoas necessitadas da comunidade.
Quanto à “malhação do Judas”, a Igreja tenta impedir, mas a tradição popular é mais forte e resisti, aglomerando centenas de pessoas que se deleitam com o testamento e morte do traidor.
E assim, a religiosidade popular permeia entre o sagrado e o profano, por vezes de forma racional, mas necessariamente como expressão e cultura de um povo que vive suas raízes, e acima de tudo sua fé.




SOBRE A AUTORA DO TEXTO



Joana D'arc Gomes Lobo é graduada em História, especialista em História do Ceará, Supervisora do Núcleo Regional de




NTE/12º CREDE12 / SEDUC - Quixadá-CE.




FONTE: www.crede12.seduc.ce.gov.br/revista2/pascoa.htm

DIA INTERNACIONAL DA MULHER



Nossa homenagem à todas as mulhres: guerreiras, mães, esposas, estudantes, professoreas, gestoras, amigas, companheiras, médicas, advogadas, secretárias... Tantas tarefas em um só dia, e cada dia um novo descobrir de que podem fazer mais e mais por toda a humanidade.
Parabéns a todas as mulheres pelo dia internacional da mulher.

REUNIÃO DE PAIS E MESTRES






Realizamos, neste dia 08 de março de 2013, nossa primeira reunião de pais e mestres. Foi um momento de apresentação dos projetos a serem desenvolvidos neste novo ano letivo, das normas institucionais de nossa escola e de socialização das responsabilidades educativas de toda a comunidade educacional que compõe nossa Instituição de Ensino.

Coordenada pelo Professor Ed Naldo Santana, Gestor, e com a participação dos Coordenadores Pedagógicos e do Coordenador Financeiro, como também por alguns professores diretores de turma, assumimos publicamente o compromisso com a Educação de Qualidade no Estado do Ceará.

 

FÁBULA BRASILEIRA

http://davimouran.blogspot.com.br/2013/03/a-onca-e-anta.html

NEM TUDO QUE PARECE É!



Possuímos o péssimo hábito de prejulgar tudo antes mesmo de ter uma visão completa dos fatos, ou de tomarmos consciência da total realidade dos acontecimentos que nos cercam. Isto já faz parte do nosso cotidiano, pois, deparamo-nos com situações que, por vários motivos não entendemos ou aceitamos, e por isto, somos enganados por nossos olhos e pelo nosso inconsciente que nos levam a pensamentos e atitudes, por muitas vezes, involuntários criamos uma realidade muito nossa e acreditamos ser a dos outros também. E nesta confusão individual, temperada pela ignorância, tomamos como verdade todos os sinais à nossa imagem, ao sabor dos nossos desejos, dos nossos sonhos, das nossas vontades. Tudo parece óbvio. Mas muitas vezes só o é para nós.
É neste contexto que nasce o preconceito, que é o resultado das frustrações das pessoas, que, em determinadas circunstâncias, podem se transformar em raiva e hostilidade. Indivíduos explorados e oprimidos, frequentemente pela própria natureza, não podem manifestar sua raiva por si mesmos, deslocando sua hostilidade para aqueles que estão á sua frente, e que não compartilham de seus comportamentos, atitudes, condição financeira, ou simplesmente não se enquadram em seus padrões, que são os padrões de quem os cercam e, ao olhar para o mundo através de uma lente de categorias rígidas, não acreditam na natureza humana, temendo e rejeitando todos os grupos sociais aos quais não pertencem.
O preconceito e a discriminação podem ter suas origens nas tentativas que as pessoas fazem para se conformar. E esta conformidade social ajuda a perpetuar o ódio e o desrespeito àqueles que não comungam com o que achamos, ou, por muitas vezes, temos certeza de que nossas crenças e opiniões são à base da verdade social em que estamos inseridos.
Aqui, chamamos a atenção para a sociedade, carregada de dogmas involuntários e outros tantos voluntários a serem como a ave mitológica Fênix, que entrando em autocombustão torna-se cinzas, para depois renascer transformada em algo melhor para os outros e para si mesmo. Transformemos nossos preconceitos em conceitos de liberdade, respeito, harmonia e paz, contribuindo para ajudar cada vez a disseminar a justiça e a igualdade entre todos, construindo uma sociedade nova a cada novo nascer do dia.
Uma coisa é observar os outros, outra coisa é nos observarmos. Por tantas e quantas vezes não nos vimos em outras pessoas. Na vontade de ser feliz, na loucura de amar incondicionalmente, ou no sorriso liberto e espontâneo, pelo simples fato de sorrir?
Olhemos para o nosso espelho, e veremos que, ali, diante de nossos olhos, está somente um reflexo do que somos. Não somos nós, e, ás vezes, nem se parece conosco, mas inconscientemente, temos a certeza de que ali estamos nós.
Assim, é a sociedade, olhamos para os outros e nos procuramos, quando não nos encontramos, ficamos frustrados, não com o que vemos, mas com o que não vemos, o nosso reflexo. Neste contexto, resta-nos a violência gratuita, o insulto, a rejeição ou simplesmente a indiferença com situações que não vivemos ou não aceitamos.
Assim é o espelho da vida. Muitos procuram viver de reflexos, imagens ideais irreais construindo desvalores sociais e culturas que serão perpetuados por gerações que insistem em viver diante do espelho.
            Nem tudo que parece é!
            Tristeza e alegria misturam-se, em alguns momentos, de forma harmoniosa para podemos viver nesta sociedade preocupada com aparências e comportamentos. Quantas vezes um sorriso não escondeu várias lágrimas? Onde a alegria não disfarçou a tristeza? Onde o canto não mascarou a dor de trazer a natureza humana em sua essência e ato no cenário da vida.
É difícil interpretar a vida. É difícil definir realidades. Elas não existem simplesmente, não são independentes de nós. Elas são o que cada um de nós quer que sejam... até, que chega o dia em que percebemos que nem tudo que parece é.

NEEMIA JATAÍ TELES- A TRAJETÓRIA DA MESTRA QUE MARCOU A INFÂNCIA DE MUITOS (HOJE) DOUTORES!



Muitos profissionais, hoje exercendo as mais diversas atividades, passaram pelas santas e firmes mãos de uma educadora, que fez da educação das crianças, a sua razão maior de viver. Foi na escola Santa Isabel, comandada por esta guerreira que muitos quixadaenses (ou não), tiveram a felicidade de estudar. 

Ficaram os ensinamentos de um ser humano muito especial. Só depois de já adultos, seus alunos compreenderam o quanto foi importante ter estudado na Santa Isabel, pois, além do aprendizado, as lições aprendidas para o enfrentamento da realidade a que todos estão submetidos. Este anjo veio de Tauá, como um presente divino e aqui permaneceu até a chamada de Deus para novas jornadas no setor educacional, no dia 7 de Abril de 2010. Ela, que nascera, em Tauá, em 23 de Junho de 1921. A escolinha, como era carinhosamente tratada pelos pais e alunos, iniciou suas atividade no ano de 1958, só encerrando as atividades quando a saúde da Mestra não permitia mais tanto empenho e amor no exercício de ensinar, isso no ano de 1997. 


Todos os que foram alunos da querida mestra, sentem imensa saudade de sua dedicação, do seu empenho, até mesmo, quando precisava agir energicamente. Professora Neemia tem, com certeza, um lugar precioso no coração daqueles que foram seus alunos. Por tudo isso, ela é uma das construtoras de Quixadá.














 

SOBRE O AUTOR DO TEXTO:
AMADEU FILHO
PROFESSOR E RADIALISTA
QUIXADÁ - CEARÁ

VIVA O ZÉ PEREIRA, DAS QUADRILHAS, DO REISADO E CARNAVAL




Em Quixadá, Sertão Central do Ceará, fruto do matrimônio entre Francisco Januário da Silva e Antônia Luciana da Silva, nasceu JOSÉ PEREIRA DA SILVA, em 17 de setembro de 1925.
         É no estreito contato com a cultura de nossa terra que, José Pereira decide desenvolver três grandes paixões culturais: O Reisado, O Carnaval e As Quadrilhas Juninas.
         O auge de suas apresentações  ocorreram nas décadas de 60 e 70, levando alegria, simplicidade, poesia e encanto ao povo de Quixadá. Quem não se lembra do Arraiá do Zé Pereira, do Bloco dos Sapateiros e dos Foliões da Bossa Nova? Este, em parceria com Marcos Viana e o querido Balneário Cedro Clube.
         Sua imensa popularidade explica-se pelos quase vinte anos de trabalho nas Lojas Pernambucanas e pelo jeito simples e fácil de conquistar amigos e colaboradores culturais.
         Em 1973, casa-se com Raimunda Oliveira da Silva e dessa união vieram seus oito (08) amados filhos., que bem sabem e desfrutam como ninguém de toda a sabedoria desse jovem senhor, que, aos oitenta e oito anos, nos confessa: “Sinto muita saudade de toda essa atmosfera, o verdadeiro carnaval, , saudade de dançar e ver a alegria das pessoas, mas o corpo já não atente mais as ordens do coração”.





         “VIVA O ZÉ PEREIRA, VIVA O ZÉ PEREIRA, VIVA O ZÉ PEREIRA, DAS QUADRILHAS, DO REISADO E CARNAVAL”


Sobre o Autor do Texto:
Artur Eduardo Almeida Ribeiro
Professor da EEM Cel. Virgílio Távora
Quixadá - Ceará